Nova interdição: 3º. subsolo de garagem

Apesar de ter ficado interditado por 3 semanas, nenhuma obra foi realizada e, com as fortes chuvas que caíram na semana passada, alguns vazamentos, que eram apenas manchas no teto, passaram a verter água, como se vê nesse vídeo do 1º. Subsolo.

Concomitantemente, surgiram no 3° subsolo vários pontos em que a água, ao invés de pingar, brotava do piso. O pessoal da limpeza foi chamado a enxugar, mas era inútil: a água continuava a minar em grande quantidade e veio aumentando até fluir no perímetro da Villa Borghese 3º sub solo 08-04-2010maioria das colunas do 3º. subsolo, na junção com o piso. Esses vazamentos foram mapeados e fotografados no último dia 8. Essa água que está brotando é do lençol freático, água subterrânea, proveniente de chuvas, de rios e lagos próximos, que se infiltra no solo. É essa água que, com as chuvas e o coincidente aumento da maré, acumulou e subiu de nível a ponto de romper a impermeabilização da estrutura e está minando, principalmente, na junção do piso com as paredes localizadas ao longo do Bosque vizinho, começando na curvatura que acompanha a terminação circular da rua Paulo Viana de Araujo Filho.

A água infiltrada pelo teto afeta o concreto, sua armadura (ferragem), as alvenarias e os revestimentos. O ambiente fica insalubre (umidade, fungos e mofo), diminuindo a vida útil da edificação, mas a água que brota do piso sobe pelas colunas e causa um prejuízo muito maior e muito mais rápido.

A administração colocou cartazes nos elevadores solicitando que os moradores evitem utilizar o 3º. Subsolo de garagem e de lá retirem os veículos que se encontram estacionados, fazendo crer que a construtora ali realizará obras, mas vale lembrar que o 1º. Subsolo também foi interditado por três semanas sem que lá tivessem feito qualquer intervenção.

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