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A partir de julho de 2010 – o silêncio como cautela

Sunday, November 10th, 2013

Embora o avanço tecnológico tenha trazido para a internet coisas que antes dependiam de muito esforço na comunicação agrupada de pessoas, há momentos em que não se pode revelar publicamente o que está reservado a ter sua divulgação decidida por cada um dos juizes a quem se encontre entregue cada uma das causas em que a AMACBARRA ajuizou ou passou a intervir, como é o caso da falência de Desenvolvimento Engenharia Ltda.

A interrupção das publicações no forum, portanto, dependia de um juiz competente, especialmente para a liquidação judicial da Comissão de Obras, o que demorou bastante.

A AMACBARRRA tentou usar a cláusula de urgência para pelo menos tentar discutir previamente essa questão de competência em suas causas, antes do prazo de um ano a que se sujeitam associações civis dessa natureza.

Assim sendo, uma vez consolidadas algumas posições importantes para solução dos problemas encontrados, tanto em questões de urbanismo, como em matéria de defesa do consumidor, podem ser publicadas as postagens de caráter reservado na mesma ordem cronológica dos eventos relacionados, cujo próximo episódio surpreendeu a todos os que vem acompanhando a saga dos adquirentes dos Condomínios Villa Borghese e San Filippo, ladeados pelos adquirentes da reincorporação promovida pela Construtora Aterpa S/A , essa que finalmente entregou os prédios com habite-se em março e abril de 2008.

A automática extinção da Comissão de Obras na data dos habite-se não deteve o seu Presidente, nem seu advogado, de continuar a praticar fraudes que só depois vieram a se confirmar.

Com a auditoria determinada sobre os registros e contas do condomínio, a administradora do Villa Borghese  – PROTEL —  foi notificada a fornecer elementos documentais, conforme carta recibada em 11.05.2010.

A fundação da AMACBARRA fez aparecer o Dr. Arthur Floriano Simas Peixoto de Abreu nas assembléias do Condomínio Villa Borghese, já que as explicações do Engenheiro Sampaio  em relação aos problemas oriundos da Comisão de Obras não vinha satisfazendo os presentes em reuniões anteriores, quando ficou claro o descontrole na elaboração das atas do condomínio. cada vez mais estapafúrdias, muito distantes do que realmente havia sido dito e acontecido, resultando na comunicação pela síndica em carta a contratação do mesmo advogado da Comissão de Obras para patrocinar o condomínio em cobrança contra a incorporadora, assim como contra o permutante do terreno, pela inadimplência condominial de suas dezenas de unidades nos empreendimentos San Filippo e Villa Borghese.

A história se complica cada vez mais com o concurso dessa pseudo-Comissão de Obras, a atuação do administrador da massa falida da Desenvolvimento, o comportamento algo desatento da Curadoria e o cerco promovido aos juízes incumbidos da direção desse processo de falência, culminando com a infeliz intervenção da AMAPLUC, para sofrer correição pelo CNJ e pela Corregedoria do Ministério Público.